Lâmpadas Incandescentes

Em 1854, o mecânico alemão Heinrich Göbel construiu a primeira lâmpada incandescente usando fios de bambu carbonizados como filamento, que foram inseridos em um bulbo de vidro após a retirada de todo o ar interno. Esta lâmpada foi conectada a uma bateria e usada para iluminar sua loja em Nova Iorque.

Em 1879, o americano Thomas Alva Edison desenvolveu a lâmpada de luz incandescente, que pôde ser produzida em escala industrial. Ele introduziu o sistema de base de rosca, garantindo assim o contato elétrico e, assim como Göebel, usou fibra de carbono como filamento. Esta solução é utilizada até os dias de hoje, mantendo seu nome.

A OSRAM, por sua vez, criou um filamento de metal muito mais estável. Desde esta alteração, muitos outros tipos de lâmpadas foram criados através do surgimento de novas tecnologias e novas formas de geração de luz.

Lâmpadas incandescentes são irradiadores térmicos. Em um bulbo selado cheio de gás, uma corrente elétrica é passada através de um filamento de tungstênio que o faz brilhar. Com esse método de geração de luz, apenas cerca de 5% da energia consumida é convertida em luz, e o resto é perdido como calor.

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CLASSIC A

A lâmpada CLASSIC A é indicada para iluminação geral, predominantemente no uso residencial. É utilizada em lustres, arandelas, plafonniers, abajures, etc.

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CLASSIC B

A lâmpada CLASSIC B (vela lisa) é ideal para iluminação decorativa, principalmente em lustres de cristal e em outras luminárias, como pendentes e arandelas.

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BELLALUX

Com formato arrojado, a BELLALUX é ideal para aplicações decorativas e residenciais e é utilizada em arandelas, plafonniers, abajures, etc.

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CONCENTRA

A lâmpada CONCENTRA, com tratamento espelhado do bulbo, representa uma evolução das incandescentes.

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CLASSIC P

A lâmpada CLASSIC P possui dimensões reduzidas.

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CENTRA

A lâmpada CENTRA possui suportes adicionais para melhor sustentação do filamento, o que a torna mais resistente a impactos e vibrações.

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