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Iluminação Geral
 Como posso calcular o tempo de vida de uma lâmpada em dias?
 Qual a melhor solução para uma c âmara fria?
 Para iluminar locais de práticas de esporte, como ginásios poli-esportivos, estádios de futebol,     quadra de tênis, qual a lâmpada ideal?
 Trabalho num laboratório, com materiais sensíveis ao raio ultravioleta e preciso  utilizar uma     lâmpada com a menor emissão possível deste raio.
 Instalei um reator marca X e lâmpada marca Y. Como não funcionou, troquei a lâmpada por uma de     outra marca e acendeu. O problema era na lâmpada, certo?
 Na quadra de esportes que eu jogo, as lâmpadas mistas vivem apagando e depois demoram a     reacender, por que?
 

Como posso calcular o tempo de vida de uma lâmpada em dias?

Resp.: É só verificar no catálogo ou na embalagem, o tempo de vida em horas e dividir a vida útil indicada pelo tempo que ficará ligada diariamente, resultando então no número de dias que durará aquela determinada lâmpada. Devemos relembrar que o tempo indicado no catálogo e na embalagem é vida média/mediana e não absoluta. Exemplo: Lâmpada incandescente de 1000 horas, ligada 5 horas por dia, deverá durar por volta de 200 dias.
No caso das lâmpadas fluorescentes e outras de descarga, temos que considerar também o número de acendimentos, conforme citei anteriormente.

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Qual a melhor solução para uma câmara fria?

Resp.: Como lâmpadas de descarga têm dificuldades em baixas temperaturas, a melhor solução é sem dúvidas, as lâmpadas incandescentes.
Temos que considerar também, que o regime de trabalho de uma câmara fria é de entra e sai, com a porta abrindo e fechando. O acende-e-apaga fica muito bem com incandescentes, sendo contra-indicado para fluorescentes, lâmpadas de mercúrio, sódio ou outras lâmpadas de descarga, conforme já vimos, pelo número de re-acendimentos, que abreviará sua vida útil.
Quando a temperatura não for muito baixa, podemos colocar uma lâmpada a vapor de mercúrio que fique acesa, mesclando com incandescentes que se acenderão ao abrir a porta.

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Para iluminar locais de práticas de esporte, como ginásios poli-esportivos, estádios de futebol, quadra de tênis, qual a lâmpada ideal?

Resp.: Este é um caso em que não temos escolha, sempre teremos que instalar lâmpadas metálicas em todas as suas potências e tipos, desde as HQI® de 250W para pequenas quadras, passando pelas HQI® de 400W na maioria dos casos, até as de potências acima de 1.000W, para estádios de futebol. Muitos dos estádios são iluminados com HQI® de 2000W, mas o mais moderno é a instalação das chamadas compactas ou short de 1.000W e 2.000W. Em pequenas quadras de esportes amadores, podemos até permitir a licenciosidade Cursos OSRAM de instalar lâmpadas de vapor de mercúrio, mas realmente em locais de esporte por lazer, que normalmente no futebol se chama de “pelada”.
Em quadras profissionais, sempre lâmpadas de multivapores metálicos.

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Trabalho num laboratório, com materiais sensíveis ao raio ultravioleta e preciso utilizar uma lâmpada com a menor emissão possível deste raio.


Resp.: As lâmpadas com menor emissão de U.V. são as do grupo incandescentes. Resta só verificar, se os materiais citados não serão prejudicados pelo calor emitido por esse tipo de lâmpada.

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Instalei um reator marca X e lâmpada marca Y. Como não funcionou, troquei a lâmpada por uma de outra marca e acendeu. O problema era na lâmpada, certo?

Resp.: Errado. Normalmente numa situação dessas, o mais fácil é trocar-se a lâmpada, mas o melhor seria além de trocar a lâmpada, pegar aquela lâmpada que não estava acendendo e ligá-la a um reator de outra marca, para que se ter uma noção um pouco melhor de onde possa estar o problema. O correto mesmo é que se remeta a lâmpada que não acendeu para o laboratório da fábrica, fazendo o mesmo com o reator, para avaliar com exatidão onde está o problema.
A lâmpada, sendo um produto elétrico, trabalha com determinados parâmetros para seu funcionamento. Muitas vezes, o reator está com corrente alterada ou mesmo a sua tensão e, uma determinada lâmpada está com folga, ou seja, dentro do limite máximo de corrente, por exemplo, e funciona com aquele reator defeituoso e outra lâmpada, independente de marca, está dentro do limite inferior e não acende, deixando-nos com a falsa impressão de que aquela determinada marca de lâmpada é melhor ou a que a outra está defeituosa.
Em iluminação não existe verdade aparente que seja definitiva. Há que analisar sempre caso a caso. O que é verdade num caso, pode não ser para outro, mesmo que sejam semelhantes aparentemente.
Lembre sempre desta afirmação axiomática: “Acende, mas não funciona”.
Uma lâmpada pode acender com um reator defeituoso, mas não funcionará por muito tempo, fazendo com que a lâmpada queime antes do tempo ou mesmo deixe simplesmente de funcionar.


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Na quadra de esportes que eu jogo, as lâmpadas mistas vivem apagando e depois demoram a reacender, por que?


Resp.: As lâmpadas mistas, como não utilizam reatores, são muito sensíveis a qualquer variação de voltagem. Quando a tensão cai para menos de 200V, normalmente a lâmpada apaga, e para o re-acendimento há necessidade de resfriamento da mesma, para que o mercúrio se consolide. Normalmente o tempo é de três a quatro minutos. Por essa razão, a lâmpada mista não é recomendada para iluminação de quadra de esportes.


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